O corpo humano integra as dimensões da materialidade – ossos, músculos, hormônios, fezes, sangue…, e da imaterialidade – emoções, criatividade, loucura, ludicidade… Historicamente a cultura e a educação desprezaram, por ignorância, preconceito ou crueldade, essa unicidade corporal. Trataram predominantemente o corpo como um abrigo da nobre mente, ou como uma máquina, um objeto a ser educado e treinado para ser mais forte, mais alto, mais veloz, mais belo, mais jovem, mais saudável e até mesmo mais lúdico e feliz.
Arquivo para Março, 2008
O Corpo Lúdico
O Lúdico sem Idade
Convencionou-se celebrar o comportamento lúdico como privilégio, necessidade e direito exclusivos da criança. Os estudiosos do assunto, dentre eles J. Piaget, pouco consideraram em suas pesquisas o jogo na vida adulta. Entretanto, é certamente nessa fase, pela brutalidade da vida moderna, pela deterioração do ambiente urbano e pela ação torturante do trabalho, que o corpo humano é sacrificado e reprimido em a sua essência lúdica. É recente e tímido o movimento pelo “ócio criativo”, que defende a necessidade do adulto trabalhador ter mais oportunidades e formação para o uso criativo do tempo livre e do lazer, como um direito social, tal como o adquirido teoricamente pela criança.
Neste aspecto, o desafio dos educadores do corpo e dos animadores culturais é a extensão e adequação para todas as idades de novos conteúdos e as metodologias das atividades lúdicas (jogos tradicionais, artes corporais, danças, esportes e ginásticas), até hoje predominantemente estruturadas para a criança e o jovem.
Redescoberta dos Sentidos
Os sentidos – audição, visão, tato, paladar – servem como mediadores na relação do corpo com o mundo e dão vida e qualidade para o exercício das funções físicas, psíquicas, sociais e culturais do homem. O desafio neste aspecto é o esforço integrado de várias áreas da educação e ação cultural para ajudar o corpo de todas as idades a aprender e reaprender a utilização lúdica dos sentidos, seja para aperfeiçoar a consciência da própria corporalidade, ou para o apuro e melhor usufruto da visão estética, da audição seletiva, do paladar diversificado, do tato e do contato corporal prazeroso. Pode parecer um excessivo intervencionismo educativo mas, por exemplo, existe todo um milenar conjunto de técnicas da cultura da sexualidade, um dos comportamentos de maior intensidade e pureza lúdica e que são desconhecidos e não usufruídos pelo reprimido corpo moderno.
O Esforço para o Lúdico
O lúdico, muitas vezes, é confundido com o prazer e a satisfação livre e gratuita dos desejos e necessidades humanas. Entretanto, é preciso relativizar e desconfiar desse senso comum. Para muitos corpos não existe o prazer sem a dor. O esforço físico é um sacrifício para os que acreditam no direito à preguiça. A festa e os jogos sociais/coletivos são tediosos para os que curtem a solidão e o isolamento. Uma experiência sexual nem sempre é prazerosa. A vertigem do passeio na montanha russa é torturante para muitos. A violência e a brutalidade presentes muitas vezes na prática do esporte podem ser tenebrosas àqueles que preferem assisti-lo.
A construção da educação corporal pelo e para o lúdico deve respeitar a diversidade e a legitimidade dos desejos (muitos deles são falsos e induzidos pela cultura de massa) e a necessidade de um esforço para o corpo aprender como melhor usufruir da essência lúdica de cada atividade e comportamento desejado. Sabemos que o samba, o futebol e as danças de salão, por exemplos, não se aprendem na escola, e sim pela interação social, mas sempre com uma técnica, muito esforço e disciplina. De nada adianta o desejo de dançar, se o corpo ainda precisa dominar o ritmo. Somente com um esforço planejado podemos dominar e curtir os prazeres do domínio do corpo sobre a água. Pela exploração, informação e formação, podemos conhecer e aproveitar melhor o paladar, a audição musical, a linguagem da dança e do teatro, ou a fruição da estética nas artes visuais. Somente com um esforço e vivência prática vamos adquirir habilidades, para verdadeiramente, jogar e vivenciar ludicamente o esporte. A repetição da aprendizagem do movimento técnico esportivo é pouco desafiante e prazeroso para aqueles que desejam a criatividade na expressão corporal.
O Espaço para o Corpo Lúdico
Um Teatro de Ópera, uma Piscina Olímpica ou um Estádio monumental são construídos como palco para corpo extraordinário criar espetáculos inesquecíveis. Nesses espaços o corpo lúdico e comum é um simples espectador. Essa tradicional discriminação proporcionada pelo espaço tem severos críticos. G.Coronio em nos seus estudos sobre equipamentos para o lazer e cultura, apresenta interessantes propostas para a inovação dos conceitos de forma e função desses espaços. Segundo ele, devemos planejar esses espaços levando em conta os desejos e necessidades dos raros corpos olímpicos e extraordinários, mas respeitar a grande maioria dos corpos comuns e de todas as idades, que desejam superar a sua função de praticante virtual e espectador.
Ele defende os conceitos de banalização, polivalência e integração, que desafiam os criadores de espaços a prever no projeto de uma piscina, por exemplo, as necessidades para a realização de espetáculos competitivos entre nadadores talentosos, e para a adequação de atividades de aprendizagem para os corpos comuns e de todas as idades, que desejam o contato lúdico e recreativo com a água. Alguns de seus conceitos podem ser aproveitados para o bom planejamento e a construção de equipamentos sociais, tais como escolas, centros comunitários, parques e praças.
Podemos também exportar as idéias de G. Coronio, para os equipamentos e instalações para as práticas corporais. Um dos mais tradicionais e universais brinquedos do corpo pode ser recriada em tamanho, peso e tensão, para romper com o padrão “oficial” determinado pelos esportes regrados, adequando-se para facilitar a aprendizagem e a prática de jogos esportivos, com mais motivação, segurança e para todas as idades e habilidades.
Outra ação importante é entender o fascínio e a necessidade do contato corporal com os elementos da natureza. É urgente e necessário reeducar e oportunizar o corpo urbano para uma relação lúdica, respeitosa e conservacionista com o meio ambiente natural.
A Competição não Seletiva
A competição – agon – constitui uma das categorias fundamentais do comportamento lúdico, e que, segundo R. Cailloix, está na essência da maioria das formas de cultura. Competimos no mundo dos negócios e do trabalho, na procura de parceiros para o sexo, na defesa de ideologias políticas e religiosas, na guerra diplomática ou convencional (voltou à moda) e na superação da criatividade nas artes. Entretanto, é na cultura dos jogos corporais e no esporte que a competição se evidencia fortemente normatizada e aparentemente civilizada, apesar de manter evidentes alguns traços originais de rituais de culto religioso, de domínio da natureza, da conquista de territórios e da destruição de rivais. Em particular o esporte tornou-se a cultura moderna mais globalizada e espetacularizada, o que contribuiu para o furto de sua essência lúdica, substituída pelos valores do rendimento funcional e do trabalho moderno. Esse mesmo processo, em dimensões reduzidas, também afeta outras artes corporais – dança, mímica, teatro - que, gradativamente excluem os corpos comuns destituídos de talento, transformando-os em praticantes virtuais e simples consumidores de espetáculos. A ginástica, que desde as origens nunca negou sua origem militaresca e sempre manteve um grande desprezo pela ludicização do movimento corporal, inclui-se dentre as práticas que ainda cultuam a competição corporal para a busca frenética de modelos de saúde, rejuvenescimento e estética, muitos vezes ilusionistas para o disfarce do consumo de produtos e modismos.
Para enfrentar esse desafio os educadores e animadores culturais tem procurado reinventar metodologias e conteúdos de jogos corporais, da dança, das artes corporais, das ginásticas suaves e dos esportes, inserindo os elementos do auto-desafio (a competição consigo e dentro dos limites pessoais), da competição/desafio cooperativo, da consciência corporal, do respeito aos limites funcionais, sensoriais, expressivos e emocionais de cada indivíduo, da preparação para a autonomia e da formação de uma cultura crítica sobre o movimento e a ludicidade corporal.
A Ecologia do Risco
Ilinx é uma outra categoria de jogo proposta por R. Cailloix e que representa o fascínio que as sensações decorrentes da mudança da estabilidade corporal habitual ou do transe da vertigem dos sentidos exercem sobre a corporalidade humana. Ela já se manifesta nos exercícios naturais do desenvolvimento da criança – a descoberta do andar na fase sensório-motora, segundo Piaget – e evolui para o fascínio na exploração de brinquedos clássicos como o escorregador, o gira gira, a montanha russa, que tanto quanto os esportes estruturados – alpinismo, asa delta, automobilismo, mergulho submarino, espeleologia, - desafiam os sentidos e as habilidades motoras com presença da vertigem e do risco aparentemente controlado.
O primeiro desafio é reconhecer sem temor a necessidade de introduzir o risco e a aventura na educação corporal. O segundo é planejar adequadamente para diversas idades a metodologia, o espaço e as instalações para propiciar a vivência do jogo corporal de risco
A Desespetacularização do Corpo
Mimicry é outra das categorias fundamentais do Jogo. Segundo R. Cailloix, ela é a origem do comportamento de imitação-mimese, destinado a satisfazer o desejo de fantasia, imaginação e ilusão. Esse comportamento aparece na fase de estruturação do pensamento simbólico (a partir dos 2/3 anos aproximadamente, segundo J. Piaget), e permeia os jogos tradicionais de dramatização infantil chegando às atividades clássicas da dança expressiva, da mímica, do cinema e do teatro, por exemplos. Situamos aqui também o esporte moderno cujo espetáculo, segundo A .Figueroa, é uma espécie de teatro integral, que reúne elementos da dança, da mímica, do teatro, que preserva rituais de culto guerreiro e religioso, e que projeta socialmente, com velocidade e vigor, os mitos e super-heróis da modernidade. O corpo está extraordinariamente espetacularizado nas culturas do esporte, teatro cinema e cada vez mais agressivamente veiculado como produto mercantil na TV e publicidade modernas.
Esse corpo espetáculo foi transformado numa espécie de brinquedo moderno que projeta vigorosamente valores da juventude, riqueza, beleza, saúde, felicidade erotismo e ludicidade. Essa perigosa relação nos transforma apenas em espectadores e praticantes virtuais de vários tipos de cultura, inclusive a corporal, num jogo em que jamais venceremos e no qual não nos é permitido conhecer e construir as regras que permitam ao nosso corpo o direito de brincar com nossos próprios desejos e dentro de nossos limites.
O grande desafio aqui presente é a educação para o consumo dos valores e das atividades do corpo reduzido a um brinquedo e do corpo travestido de espetáculo. Para isso é necessário desenvolver uma legítima qualidade do brincar de assistir, do aprender para brincar para descobrir o verdadeiro prazer do movimento do seu próprio corpo. Somente dessa forma poderemos desvendar os bastidores dos admiráveis espetáculos do corpo e desnudar a máscara dos mitos corporais, que tanto nos fascinam e nos afligem.
A origem do Método Pilates
O criador do método Pilates, Joseph Pilates, era um homem extremamente inteligente e intuitivo. Teve uma infância difícil e grande debilidade física, mas ainda assim lutou pela sua sobrevivência. Talvez por sua fragilidade, Joseph Pilates dedicou um esforço suplementar a melhorar a sua condição física. Na sua juventude, Pilates estudou e especializou-se em musculação, mergulho, esqui e ginástica. Em 1912, Pilates mudou-se da Alemanha (onde nasceu em 1880) para Inglaterra, onde começou a ganhar a vida como pugilista e artista de circo. No início da Primeira Guerra Mundial, esteve num campo em Lancaster e, posteriormente, na Ilha de Man, local onde trabalhou como enfermeiro. Depois da guerra, Pilates voltou para Hamburgo, onde permaneceu até 1926. Só neste ano é que Pilates, desiludido com o exército alemão, se mudou para os Estados Unidos.
Em Nova Iorque, Pilates viria a fundar os seus primeiros estúdios americanos. Sagaz, Pilates conseguiu impor o seu método de exercício, tendo rapidamente conquistado o mundo da dança: bailarinos e indivíduos famosos dos espectáculos musicais e cinematográficos.
É irônico que o método Pilates esteja tão ligado à dança, pois o próprio Joseph Pilates nunca foi bailarino. Era antes um adepto de atividades “duras”, ditas de força pura e explosiva. Por outro lado, o seu rol de exercícios faz uso de um outro tipo de força – uma força fundamentalmente estática e excêntrica, a qual permite o fortalecimento do corpo sem geração de tensões e/ou desequilíbrios musculares.
É importante referir que o método Pilates não se centrava em exercícios padronizados, servidos como uma receita reutilizável de sujeito para sujeito. O método tinha aqui um cunho irrefutável de individualidade. Perante determinado indivíduo, Pilates alterava radicalmente os planos comuns de exercícios. E foram poucos aqueles que puderam assistir a todo este mecanismo de trabalho. Os poucos que tiveram esse privilégio acabaram mais tarde, após a morte de Joseph Pilates, por fundar as suas próprias escolas, chegando alguns a declarar a prática do método original. Mas isto não é verdade, pois não existia um método original específico. Existia sim um método de trabalho próprio de Joseph Pilates, o qual é indubitavelmente inimitável.
Por outro lado, nem mesmo os seus exercícios poderão ser considerados como verdadeiramente originais… Pilates teria sofrido grandes influências provenientes de métodos como o Yoga, as artes marciais e a meditação.
E se o método Pilates dito “básico” é construtivamente tão multifacetado, ainda mais diferenciadas se tornam as diversas escolas de Pilates que a partir da original se desenvolveram. Não há um método Pilates, há vários métodos Pilates. Assim como não há um só Yoga, há várias escolas de Yoga. O mesmo com a meditação e as artes marciais.
(sem fonte registrada)
Origem do Pilates (em inglês)
From Wikipedia, the free encyclopedia. (em ingles)
The Pilates Method (or simply Pilates), pronounced /pɪˈlɑ:ti:z/ (“Pih – LAH – Teez”), is a physical fitness system developed in the early 20th century by Joseph Pilates[1]. As of 2005 there are 11 million people who practice the discipline regularly and 14,000 instructors in the United States. [2]Pilates called his method Contrology, because he believed his method uses the mind to control the muscles.[3] The program focuses on the core postural muscles which help keep the body balanced and which are essential to providing support for the spine. In particular, Pilates exercises teach awareness of breath and alignment of the spine, and aim to strengthen the deep torso muscles.
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// [edit] History
Pilates was formed by Joseph Pilates during the First World War with the proposal to improve the rehabilitation program for the many returning veterans. Joseph Pilates believed mental and physical health are essential to one another. He recommended a few, precise movements emphasizing control and form to aid injured soldiers in regaining their health by strengthening, stretching,and stabilizing key muscles. Pilates created “The Pilates Principles” to condition the entire body: proper alignment, centering, concentration, control, precision, breathing, and flowing movement.[citation needed]
Joseph Pilates wrote two books concerning the Pilates method: Return to Life through Contrology and Your Health: A Corrective System of Exercising That Revolutionizes the Entire Field of Physical Education.
[edit] Principles
Pilates claimed his method has a philosophical and theoretical foundation. It claims not merely to be a collection of exercises but a method developed and refined over more than eighty years of use and observation. One interpretation of Pilates Principles: Centering, Concentration, Control, Precision, Breathing, and Flowing Movement, is similar to yoga.[citation needed]
[edit] Mind over matter
According to practitioners, the central aim of Pilates is to create a fusion of mind and body, so that without thinking about it the body will move with economy, grace, and balance. The end goal is to produce an attention-free union of mind and body. Practitioners believe in using one’s body to the greatest advantage, making the most of its strengths, counteracting its weaknesses, and correcting its imbalances. The method requires that one constantly pay attention to one’s body while doing the movements. Paying attention to movement is so vital that it is more important than any other single aspect of the movements.[citation needed]
[edit] Breathing
Joseph Pilates believed in circulating the blood so that it could awaken all the cells in the body and carry away the wastes related to fatigue. For the blood to do its work properly, he maintained, it has to be charged with oxygen and purged of waste gases through proper breathing. Full and thorough inhalation and exhalation are part of every Pilates exercise. Pilates saw forced exhalation as the key to full inhalation. “Squeeze out the lungs as you would wring a wet towel dry,” he is reputed to have said.[citation needed] Breathing, too, should be done with concentration, control, and precision. It should be properly coordinated with movement. Each exercise is accompanied by breathing instructions. Joseph Pilates stated, “Even if you follow no other instructions, learn to breathe correctly.”[citation needed]
[edit] Centering
Pilates called the very large group of muscles in the center of the body – encompassing the abdomen, lower back, hips, and buttocks – the “powerhouse.” All energy for Pilates exercises begins from the powerhouse and flows outward to the extremities. Physical energy exerted from the center coordinates one’s movements. Pilates felt that it was important to build a strong powerhouse in order to rely on it in daily living. Modern instructors call the powerhouse the “core”.[citation needed]
[edit] Concentration
Pilates demands intense focus. For instance, the inner thighs and pelvic floor may be assessed when doing a standing exercise that tones the triceps. Beginners learn to pay careful attention to their bodies, building on very small, delicate fundamental movements and controlled breathing.[citation needed] In 2006, at the Parkinson Center of the Oregon Health and Science University in Portland, Oregon, the concentration factor of the Pilates method was being studied in providing relief from the degenerative symptoms of Parkinson’s disease .[4]
[edit] Control
Joseph Pilates built his method on the idea of muscle control. That meant no sloppy, uncontrolled movements. Every Pilates exercise must be performed with the utmost control, including all body parts, to avoid injury and produce positive results. Pilates emphasizes not intensity or multiple repetitions of a movement, but proper form for safe, effective results.[citation needed]
[edit] Precision
Every movement in the Pilates method has a purpose. Every instruction is vitally important to the success of the whole. To leave out any detail is to forsake the intrinsic value of the exercise. The focus is on doing one precise and perfect movement, rather than many halfhearted ones. Eventually this precision becomes second nature, and carries over into everyday life as grace and economy of movement.[citation needed]
[edit] Precautions
Many exercises are contra-indicated for pregnant women and the use of Pilates in pregnancy should only be undertaken under guidance of a fully trained expert.[5]
[edit] Legal action
In recent years the term “Pilates” worked itself into the mainstream and, following an unsuccessful intellectual property lawsuit, a US federal court ruled the term “Pilates” generic and free for unrestricted use.[6] While this ruling prevented artificial restrictions on the use of the term “Pilates”, it also permitted many untrained or under-qualified practitioners to capitalise on the name. Consumers now face extensive and conflicting information about what Pilates really is, how it works, and what credentials they should seek in an instructor.[7]
[edit] References
- ^ Pilates, Joseph (1945 – Re-released 1998). Pilates’ Return to Life through Contrology. Incline Village: Presentation dynamics. ISBN 0961493798.
- ^ Ellin, A. (2005-07-21). Now Let Us All Contemplate Our Own Financial Navels. New York Times. Retrieved on 2007-09-20.
- ^ Pilates, Joseph (1945 – Re-released 1998). Pilates’ Return to Life through Contrology. Incline Village: Presentation dynamics. ISBN 0961493798.
- ^ MSNBC,Pilates may give relief for Parkinson’s patients 2006.
- ^ Royal College of Midwives (2005). Pilates and pregnancy (.pdf) (English). Volume 8, Number 5, pp. 220-223. Royal College of Midwives. Retrieved on September 11, 2007.
- ^ US District Court – Southern District of NY, Opinion 96 civ. 43 (MGC) October 2000
- ^ Wall Street Journal, Is your Pilates Instructor a Health Hazard, March 15th, 2005 [1]
[edit] Books
- Pilates Trademark Case Judgement US District Court – Southern District of NY : Opinion 96 Civ. 43 (MGC) – October 2000
- Physical Mind Institute (2004). Anatomy of Pilates : The Physical Mind Institute. Sante Fe, N.M.: Physicalmind Institute. ISBN 978-0970530615.
- Blandine Calais-Germain (1993). Anatomy of Movement. Eastland Press. ISBN 978-0939616176.
- Pilates, Joseph (1928). Pilates’ Return to Life Through Contrology. New York, NY: Presentation Dynamics (December 31, 1998). ISBN 978-0961493790.
- Stanmore, Tia (2004). The Pilates Back Book: Heal Neck, Back, and Shoulder Pain With Easy Pilates Stretches. Gloucester, MA: Fair Winds Press. ISBN 978-1931412896.
- Andrew Biel, Robin Dorn (2005). Trail Guide to The Body. Boulder, CO: Books of Discovery. ISBN 978-0965853453.
- Daniel Lyon jr.. The Complete Book of Pilates for Men. Harper Collins (2005). ISBN 0-06-082077-2.